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Archive for the ‘BlockNotes’ Category

O leitor encontrará aqui na Gaveta várias referências ao tema:

Poema testamento 08.05.11 aqui

Dois poemas em homenagem ao Dia 12.05.12 aqui

Mãe em dobro 08.05.16 aqui

Divina mentira 21.02.18 aqui

Um retrato de mãe 12.05.18 aqui


Adendo ao post UM RETRATO DE MÃE (12.05.18) segunda parte
ANTOLOGIA POÉTICA DA GAVETA – NÚMERO ESPECIAL 

Embora tenham sido dois dos maiores prosadores da literatura brasileira, Machado de Assis (1839-1908) e Coelho Neto (1864-1934) insistiam em se considerar também poetas. Machado, no auge de sua glória de romancista, não deixava de publicar, de tempos em tempos, uma coletânea de versos: Crisálidas, (1864), Falenas, (1870), Americanas, (1875), Ocidentais, (1880), e até mesmo as suas Poesias Completas, (1901). É verdade que em sua produção poética, há alguns poemas seus que podem ser considerados representativos para a época (A Mosca Azul, Círculo Vicioso, Soneto de Natal, o soneto a Carolina e sua tradução (paráfrase) de O Corvo, de Edgar Allan Poe, que têm, segundo Manuel Bandeira, seu antologista, “a mesma excelente qualidade dos seus melhores contos e romances”. Já Coelho Neto, dele só conhecemos o famoso soneto Ser Mãe, sem dúvida a peça poética mais representativa de nossa literatura sobre o tema da maternidade. O soneto é bem feitinho, métrica correta, decassílabos com ictos na 6ª. e 10ª. exceto o 3º verso que adota o sistema 4, 8 e 10. Assunto bem desenvolvido, embora haja uma certa indecisão nos 2º e 3º versos; rimas ricas, pouco usuais. Valeu! Emplacou sendo a nossa melhor homenagem literária ao Dia das Mães.

Machado também prestou sua homenagem materna sob a forma de uma paráfrase ou imitação (como diz ele) do poeta inglês William Cowper (1731-1800). O cotejo com o original revela pouquíssima semelhança como texto inglês, tratando-se mais de um exercício poético sobre o tema. Eis o original, caso queiram conferir:

 

In Receipt Of My Mother’s Picture

BY WILLIAM COWPER

Oh that those lips had language! Life has pass’d

With me but roughly since I heard thee last.

Those lips are thine—thy own sweet smiles I see,

The same that oft in childhood solaced me;

Voice only fails, else, how distinct they say,

“Grieve not, my child, chase all thy fears away!” AA

The meek intelligence of those dear eyes

(Blest be the art that can immortalize,

The art that baffles time’s tyrannic claim

To quench it) here shines on me still the same.

 

Faithful remembrancer of one so dear,

Oh welcome guest, though unexpected, here!

Who bidd’st me honour with an artless song,

Affectionate, a mother lost so long,

I will obey, not willingly alone,

But gladly, as the precept were her own;

And, while that face renews my filial grief,

Fancy shall weave a charm for my relief—

Shall steep me in Elysian reverie,

A momentary dream, that thou art she.

 

My mother! when I learn’d that thou wast dead,

Say, wast thou conscious of the tears I shed?

Hover’d thy spirit o’er thy sorrowing son,

Wretch even then, life’s journey just begun?

Perhaps thou gav’st me, though unseen, a kiss;

Perhaps a tear, if souls can weep in bliss—

Ah that maternal smile! it answers—Yes.

I heard the bell toll’d on thy burial day,

I saw the hearse that bore thee slow away,

And, turning from my nurs’ry window, drew

A long, long sigh, and wept a last adieu!

But was it such?—It was.—Where thou art gone

Adieus and farewells are a sound unknown.

May I but meet thee on that peaceful shore,

The parting sound shall pass my lips no more!

Thy maidens griev’d themselves at my concern,

Oft gave me promise of a quick return.

What ardently I wish’d, I long believ’d,

And, disappointed still, was still deceiv’d;

By disappointment every day beguil’d,

Dupe of to-morrow even from a child.

Thus many a sad to-morrow came and went,

Till, all my stock of infant sorrow spent,

I learn’d at last submission to my lot;

But, though I less deplor’d thee, ne’er forgot.

 

Where once we dwelt our name is heard no more,

Children not thine have trod my nurs’ry floor;

And where the gard’ner Robin, day by day,

Drew me to school along the public way,

Delighted with my bauble coach, and wrapt

In scarlet mantle warm, and velvet capt,

‘Tis now become a history little known,

That once we call’d the past’ral house our own.

Short-liv’d possession! but the record fair

That mem’ry keeps of all thy kindness there,

Still outlives many a storm that has effac’d

A thousand other themes less deeply trac’d.

Thy nightly visits to my chamber made,

That thou might’st know me safe and warmly laid;

Thy morning bounties ere I left my home,

The biscuit, or confectionary plum;

The fragrant waters on my cheeks bestow’d

By thy own hand, till fresh they shone and glow’d;

All this, and more endearing still than all,

Thy constant flow of love, that knew no fall,

Ne’er roughen’d by those cataracts and brakes

That humour interpos’d too often makes;

All this still legible in mem’ry’s page,

And still to be so, to my latest age,

Adds joy to duty, makes me glad to pay

Such honours to thee as my numbers may;

Perhaps a frail memorial, but sincere,

Not scorn’d in heav’n, though little notic’d here.

 

Could time, his flight revers’d, restore the hours,

When, playing with thy vesture’s tissued flow’rs,

The violet, the pink, and jessamine,

I prick’d them into paper with a pin,

(And thou wast happier than myself the while,

Would’st softly speak, and stroke my head and smile)

Could those few pleasant hours again appear,

Might one wish bring them, would I wish them here?

I would not trust my heart—the dear delight

Seems so to be desir’d, perhaps I might.—

But no—what here we call our life is such,

So little to be lov’d, and thou so much,

That I should ill requite thee to constrain

Thy unbound spirit into bonds again.

 

Thou, as a gallant bark from Albion’s coast

(The storms all weather’d and the ocean cross’d)

Shoots into port at some well-haven’d isle,

Where spices breathe and brighter seasons smile,

There sits quiescent on the floods that show

Her beauteous form reflected clear below,

While airs impregnated with incense play

Around her, fanning light her streamers gay;

So thou, with sails how swift! hast reach’d the shore

“Where tempests never beat nor billows roar,”

And thy lov’d consort on the dang’rous tide

Of life, long since, has anchor’d at thy side.

But me, scarce hoping to attain that rest,

Always from port withheld, always distress’d—

Me howling winds drive devious, tempest toss’d,

Sails ript, seams op’ning wide, and compass lost,

And day by day some current’s thwarting force

Sets me more distant from a prosp’rous course.

But oh the thought, that thou art safe, and he!

That thought is joy, arrive what may to me.

My boast is not that I deduce my birth

From loins enthron’d, and rulers of the earth;

But higher far my proud pretensions rise—

The son of parents pass’d into the skies.

And now, farewell—time, unrevok’d, has run

His wonted course, yet what I wish’d is done.

By contemplation’s help, not sought in vain,

I seem t’ have liv’d my childhood o’er again;

To have renew’d the joys that once were mine,

Without the sin of violating thine:

And, while the wings of fancy still are free,

And I can view this mimic shew of thee,

Time has but half succeeded in his theft—

Thyself remov’d, thy power to sooth me left.

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EPIFANIA




Quando em Belém nasceu Jesus, o Deus-Menino,
Três magos, sábios reis, tomaram seus camelos
E partiram depressa, indo velozes pelos
Imensos areais, tendo a choça por destino.

Para em caminho certo ao Cristo-Deus trazê-los,
Um astro puro no azul, mui belo e cristalino,
Os guiou, mais veloz que qualquer beduíno,
Para junto do Deus que adoram com desvelos…

Muito ouro, incenso e mirra aos pés da bela criança
Depuseram os reis; e os humildes pastores,
Não tendo incenso ou mirra, ofertam-lhe esperança.

E aquele Deus-Menino, humanizado e mudo,
Em meio à profusão de prendas e louvores,
Talvez risse ou chorasse, indiferente a tudo.

6/1/46


Sim, já é Natal! E a Gaveta deseja aos seus leitores um momento de paz nestes dias conturbados e uma grande esperança para o futuro do país. Que venham os bons tempos!

Como sempre, a Gaveta entrará em recesso por uns dias, embora já tenha permanecido fechada um bom tempo por causa do acidente que imobilizou seu provedor. Mas queremos preservar a praxe e voltaremos em breve com muitas novidades literárias e belas traduções.

[Ney, meu Natal continua vazio, sem sua voz, sem seu abraço.
Você se lembra do Natal
Quando éramos crianças No Herval?
Chovia sempre, chovia;
E olhando pela janela debruçados
Sabíamos que os meninos assustados não viriam.

Você queria sempre os meus presentes
que lhe pareciam mais gordos e atraentes.
Ainda há pouco tive vontade de olhar  pela janela
do nosso tempo de criança,
mas a data não é mais aquela
e é cada vez menor minha esperança.]

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Amanhã, segunda-feira, dia 08 de outubro, já estarão seguindo pelo correio 8 dos dez livros sorteados.  A Gaveta  pede aos dois últimos que mandem seus endereços com urgência:

OCTAVIO FERRAZ e WALDIR LUQUES

Recado para Letícia Maloy: pode mandar  seu  endereço para ivo.barroso@infoloink.com.br, que será atendida desta vez.

ATENÇÃO: FERNANDO L. COSTA – informe se recebeu os Fünfzehn Gedichte, que consegui, depois de muita procura, lhe enviar. Foi para seu endereço em Curitiba. Aguardo retorno

 

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Solicitamos aos dez leitores abaixo, contemplados com o livro “Antologia Poética da Gaveta”, que mandem, com urgência, seus endereços postais (completos) a fim de podermos enviar os prêmios. Foram reservados ainda outros cinco exemplares para futuro sorteio.

 

  • Wladimir Saldanha
  • Saulo von Randow Júnior
  • Octávio Ferraz
  • Jeferson Barbosa da Silva
  • Valdir Luques
  • Arthur de Siqueira Brahm
  • Fernando Neto
  • Maristela Pimentel
  • Luciano Sheikk
  • Pedro Maciel

OS ENDEREÇOS POSTAIS PODEM SER MANDADOS DIRETAMENTE PARA ESTE SITE.

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ANTOLOGIA POÉTICA DA GAVETA

O mais precioso editor da Pauliceia, nosso caro amigo Cláudio Giordano, que já nos dera (a mim e a alguns felizardos leitores da Gaveta) a bela edição dos “Fünfzehn Gedichte” em 2016 e o maravilhoso “Meu Rubaiyat” em 2017, presenteia-nos agora com esta “Antologia Poética da Gaveta”, uma verdadeira joia de delicadeza gráfica e bom gosto editorial. Giordano recolheu os artigos que escrevi na Gaveta com o intuito de salvar, para o leitor de hoje, algumas das belas poesias que cultivávamos em meus tempos de jovem, e fez da colheita um opúsculo de sensível beleza, digno repositório das grandezas poéticas que ele encerra. Infelizmente o livro não está à venda, pois se trata de uma edição do autor, que teve a oportunidade de poder contar, mais uma (última?) vez com a mestria gráfica das edições Giordanus. Uns poucos exemplares, no entanto,  foram reservados para aqueles leitores que, sincera e decididamente interessados, desejarem guardar a lembrança de nossa Antologia. Basta enviar-nos seu endereço postal e aguardar o sorteio. Os dez primeiros solicitantes serão os que terão mais chances de serem contemplados.

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SAIU EM LIVRO

Meu amigo, Luciano Esteves Mendes, mais conhecido como o poeta Luciano Sheikk, membro da Academia de Letras, Ciências e Artes de Ponte Nova-MG, levantando a história do jornalismo local, teve a paciência de recolher todos os artigos que escrevi para a imprensa daquela cidade mineira, no período 1951/1962. Minha primeira experiência jornalística, ou seja a primeira vez em que vi meu nome em letras de forma num jornal, foi num soneto intitulado “O Pássaro Cego”, que meu padrinho Dr. Edgard de Vasconcellos Barros fizera publicar na  Gazeta de Viçosa em 13.04.1947. Pois foi o próprio Edgard quem me encaminhou ao Antônio (Tony) Brant Ribeiro, que estava editando um Suplemento Literário no Jornal do Povo, de Ponte Nova. Folha modestíssima, mas de alto valor intelectual, o Suplemento já estava sendo conhecido fora da área urbana e chegara mesmo a algumas pessoas no exterior. Tony deu excepcional acolhida aos meus versos e presenteou-me como uma série de cartas-guia, que me nortearam no fazer poético, em cujos labirintos eu me enredava. Infelizmente de breve duração, eis que, com o fim daquela folha literária, passei a escrever semanalmente para o mesmo Jornal do Povo uma crônica sob a insígnia de Bilhete do Rio. Era o ano de 1952, acabara de conhecer milagrosamente a minha musa com quem pretendia casar e me preparava para o concurso do Banco do Brasil, para o qual entrei dois anos depois. As tais crônicas, a bem dizer “politiqueiras”, marcavam minha posição, na época, de ferrenho getulista e feroz defensor do “petróleo é nosso”, mas vez por outra deixava extravasar o gosto literário e publiquei uma com o título “Sylvia” (era um grito verde no olhar vazio da paisagem) que me garantiu o título de literato local.  Junto comigo, levei para a imprensa ponte-novense, três outros amigos e colegas de Banco (Albertus Marques, Arildo Salles Dória e Geraldo Marques), com os quais escrevíamos outra seção semanal intitulada Os Três Mosqueteiros. Além do Jornal do Povo, havia na cidade outra publicação semanal, A Gazeta da Mata, semi-dirigida pelo brilhante Jamil Santos, a quem não pude negar colaboração, passando a publicar ali semanalmente os meus sonetos:

Venho de longe… Sou daqueles dias
Em que se ergueu a Acrópole de Atenas…

(…)

Ah! Se estivesse agora lá em Minas
A tarde chegaria lentamente
Como nuvem de sombra nas colinas…

(…)

e traduções, como estas de Miguel Ângelo e Shakespeare:

Quisera, ó Deus, querer o que não quero:

(…)

Não lamentes por mim quando eu morrer
Senão enquanto o surdo sino diz

Logo depois, o incansável Jamil Santos deixa a Gazeta e abre um novo jornal, A Tribuna da Mata, com o qual passei a colaborar com algo realmente temerário, seguindo sugestão do próprio editor: a crítica aos articulistas dos jornais da terra, o que só poderia ser feito sob pseudônimo. Foi assim que surgiu A Correspondência de Fradique Mendes, que supostamente chegava às mãos de Jamil vinda de uma fazendola, a Quinta do Furquim, viajando nas costas de uma ‘alimária’ conduzida pelo ‘almocreve’ Adezílio. A escrita das cartas era um pastiche do estilo de Eça de Queiroz e ensejava a criação de termos como “alóites”, que funcionava como uma espécie de grito de guerra do escrevinhador. As críticas (hoje considero até mesmo insensatas) que despenquei sobre os articulistas provincianos, sempre na ilusão de que com elas estaria concorrendo para a elevação da qualidade jornalística da terra, causaram desmedido rebuliço local, com impropérios e ameaças inclusive ao editor. Pax Mineira, tratei de montar no burro e me evadir… Mas não nego que o Fradique foi o meu grande momento jornalístico, cujo anonimato consegui preservar por algum tempo; quando o revelei aos amigos e familiares, houve quem achasse que o Ivo Barroso não tinha cacife para escrever como o Fradique! Era a glória! Numa de suas bravatas, Fradique chegara a atacar Os Três Mosqueteiros e deixara mesmo o D’Artagnan em cheque. Era interessante, pelo menos para mim, ver esse duelo meu contra mim mesmo e ser advertido por um tio que acompanhava empolgado essas lides jornalísticas: “Cuidado! Se esse Fradique te pega, você está perdido!”.

Havia dois leitores em particular para os quais eu escrevia comovido: meu pai, Ormindo T. Barroso, farmacêutico em Ervália, cujo aniversário em 25 de novembro eu sempre comemorava no jornal, e Dona Maria das Pedras Pimentel, minha avó portuguesa, da ilha do Corvo, capaz de ler duzentas vezes o mesmo artigo (o meu, é claro!) sempre que recebia o jornal. Quando ela morreu, achei de bem escrever a minha Última Crônica (última mesmo, pois encerrei com ela a minha atividade de cronista, ficando apenas com Os Mosqueteiros).

Pois o operoso, dadivoso, incansável amigo Luciano Sheikk recolheu, um por um, todos esses artigos e mais as crônicas, poesias, etc., acrescentando ao acervo uma coleção das críticas recebidas por Fradique além de missivas que troquei com amigos ponte-novenses. Desse exaustivo garimpo nasceu o belo livro que tenho agora “O Poeta, o Tradutor e o Crítico”, que tanta alegria me trouxe como se com ele viesse um pouco daquele entusiasmo com que eu escrevia as crônicas de outrora.

Não creio que ele possa interessar a ninguém mais do que aos amigos íntimos e parentes aos quais distribuí os poucos exemplares que me chegaram. Mas, se houver algum leitor persistente que se interesse de fato por essas velharias, sempre será possível conseguir-se um exemplar.

 

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CORPUS CHRISTI

 

Ó divino banquete onde foi dada
Toda a glória do Céu por iguaria,
Nunca aparteis desta alma o santo dia
Da morte de meu Deus por mim causada.

Pagando em Cruz o amor, sem dever nada,
Tudo lhe pareceu que nos devia,
No tempo em que de nós se despedia,
Ir-se e ficar numa hóstia consagrada.

Finos toques de amor, raros extremos,
Se os anjos não vos podem entender,
Os que somos humanos que faremos?

Contento-me, Senhor, basta-me crer
Que nessa hóstia sagrada, onde vos vemos,
Mais nem menos no Céu não podeis ser.

 

Fr. MARTIM DE CASTRO DO RIO — (c. 1548-1613)

Poeta dito “minor”, português, do século XVI, sem dados  biográficos


LEIA MAIS SOBRE CORPUS CHRISTI E EUCARISTIA (aqui)


ANTOLOGIA POÉTICA DA GAVETA – A série voltará em junho com os nomes finais (mais oito) na série “de primeira linha” e outros tantos dos chamados “esdrúxulos”. Depois disso, pretendemos fazer uma outra denominada “Grandes Poetas do Brasil”, com informações mais extensas sobre os biografados e uma seleção mais ampla de seus poemas comentados.

Como já ocorrido, a Gaveta completará aniversário (o 8º) em 25 de julho, entrando em seguida em recesso até setembro, isto quer dizer que vamos ter ainda sete postagens semanais até lá.

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